
Paulo Marcelino Dias de Freitas (1849-1929)
Foi diretor do Instituto Industrial do Porto entre 1899 e 1919. Médico de formação, participou ativamente na política nacional, sendo deputado das Cortes nas legislaturas de 1879 a 1881 e autor de inúmeras obras de beneficiação em hospitais e asilos da cidade.

Foi exonerado do cargo de diretor por ser considerado conspirador na "Monarquia do Norte", uma tentativa de derrube do regime republicano em 1919, tendo sido substituído por Manuel Marques Teixeira Oliveira (1889-1967).
Foi instaurado um auto interno para averiguar o eventual envolvimento de funcionários neste ato de insurreição. Ficou provado que alguns instrumentos de telegrafia, pertencentes ao Gabinete de Physica, foram levados do Instituto para serem utilizados nas comunicações durante a revolta.



